Distúrbio Temporo Mandibular - Clínica Simone Prada
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Distúrbio Temporo Mandibular2019-02-14T16:35:35-02:00

A DTM (ou distúrbio temporomandibular) ocorre quando o paciente tem dores nos músculos da face, articulação da boca e estruturas associadas. Os sinais e sintomas variam muito desde:

  • Dores próximas na região do ouvido;
  • Têmporas;
  • Dificuldade para abrir ou movimentar a mandíbula;
  • Incoordenação dos movimentos mandibulares;
  • Travamentos, que podem estar associados com zumbidos;
  • Dor no pescoço;
  • Dores de cabeça;
  • Enxaqueca
  • Dor na coluna;
  • Fibromialgia.

A DTM é multifatorial, ou seja, pode ser causada por diversos motivos: estresse, postura inadequada, apertamento de dentes, fadiga muscular e até a mordida.

Com uma anamnese (histórico de todos os sintomas narrados pelo paciente sobre determinado caso clínico) detalhada, exame físico e, quando necessário, o uso de exames de imagem (ressonância magnética e tomografias). Assim, o dentista vai identificar as causas, minimizando as consequências ou resolvendo os problemas.

Muitas vezes essa avaliação vai também envolver a ação de outros especialistas como fisiatra, reumatologista, neurologista, fisioterapeuta, ortopedista e psicólogo.

Quem não aperta os dentes não tem DTM?

É mais frequente o paciente apresentar os sintomas quando está em uma crise de estresse e aperta os dentes.

Existem casos em que há necessidade de se usar uma placa de mordida?

Sim. Existem casos em que há a necessidade de uso noturno de placas de mordida.

E por que existem casos que se faz o uso da placa de uso contínuo, inclusive para comer por um período?

Cada caso precisa ser avaliado criteriosamente conforme a causa da dor, assim, é definida uma estratégia de tratamento. A abordagem de tratamento sempre deve ser a menos invasiva possível  e sem alterações estruturais definitivas.

Nos casos em que há comprometimento mais grave da articulação da boca do paciente (quando o diagnóstico indica que a articulação da boca é um dos fatores que está causando as dores) com comprometimento também da parte cervical (pescoço) e as terapêuticas realizadas não conseguem melhorar a qualidade de vida do paciente, o recomendado é melhorar a articulação da boca em uma posição mais confortável e menos traumática, pois assim se faz necessária com concomitante melhor estabilidade da região cervical (região do pescoço).

A mordida da pessoa muda com o uso contínuo da placa?

Sim. Na realidade, os ajustes são feitos nestes casos para que os dentes não mudem de posição. O que muda é a posição do queixo com o encaixe correto da articulação, na face. A partir daí, se corrige a mordida do paciente.

Leia mais no livro: Ortodontia e Ortopedia Facial – Casos Clínicos“.

A mordida da pessoa muda com o uso continuo da placa?

Sim. Os ajustes são feitos nestes casos para que os dentes não mudem de posição. O que muda é a posição do queixo, que melhora após corrigir o encaixe correto da articulação na face.A partir daí, se corrige a mordida do paciente.

Leia mais no livro: “Ortodontia e Ortopedia Facial – Casos Clínicos“.

Casos Clínicos

  • Uso da placa de desprogramação para diagnóstico do caso, e o resultado é obtido após 3 meses de uso da placa.

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